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Câncer de Mama: É preciso tocar no assunto

Câncer de Mama: É preciso tocar no assunto
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Câncer de Mama: É preciso tocar no assunto

Câncer de Mama – Toda mulher, em qualquer idade, deve conhecer seu corpo: olhar, sentir e perceber mudanças. Quem conhece bem seu corpo pode identificar alterações que sejam sinais suspeitos de possíveis doenças.

Por isso, o autoexame é importantíssimo. Ele pode ser feito em qualquer momento: no banho, na troca de roupa, antes de dormir, ao acordar ou em outra situação do cotidiano, sem a preocupação de exercer uma técnica específica e, sim, tentando identificar alterações.

A maior parte dos casos é descoberta pelas próprias mulheres. Quanto antes isso acontecer, maior as chances de tratamento e cura.

Principais sinais de anormalidades

• Caroço fixo, endurecido e geralmente indolor
• Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja
• Alterações no mamilo (bico do peito)
• Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço
• Saída de líquido dos mamilos

Se estes sintomas aparecerem, eles devem ser investigados o quanto antes. As alterações não necessariamente são sinônimos de câncer de mama. Em todos os casos, a informação é a solução. Tire suas dúvidas. Não tenha resistência ou sinta vergonha em procurar um profissional de saúde.

O câncer de mama é o segundo tipo mais comum no mundo e o mais frequente na mulher brasileira. É o câncer com maior número de mortes entre a população feminina. Em 2014, foram 14.622 mortes no Brasil. Para o ano de 2016, 57.960 casos estão estimados.

Câncer de Mama

Existem vários tipos, alguns se desenvolvem rapidamente e outros não. A maioria dos casos tem boa resposta ao tratamento, principalmente quando diagnosticado e tratado no início. O importante é saber que ele tem cura se for descoberto no início.

Fatores de risco

Não há uma causa específica, diversos fatores estão relacionados ao câncer de mama. O risco de desenvolver a doença aumenta com a idade, sendo maior a incidência a partir dos 50 anos.

Outros fatores de risco são obesidade e sobrepeso após a menopausa, sedentarismo, consumo de bebida alcoólica. Além disso, mulheres que tiveram a primeira menstruação antes de 12 anos, mulheres que não engravidaram e as que tiveram a primeira gravidez após os 30 anos, as que não amamentaram, as que usaram anticoncepcionais orais por tempo prolongado, as que tiveram menopausa após os 55 anos e as que fizeram reposição hormonal pós-menopausa (principalmente por mais de cinco anos).

Fatores genéticos/hereditários também podem influenciar, como histórico familiar de câncer de ovário, câncer de mama em homens e em mulheres, principalmente as que tiveram antes dos 50 anos.

A presença de um ou mais desses fatores de risco não significa que a mulher terá necessariamente a doença.

Reposição Hormonal

A Terapia de Reposição Hormonal (TRH), principalmente a terapia combinada de estrogênio e progesterona serve para aliviar os sintomas da menopausa, fase em que os ovários deixam de produzir estes hormônios. O risco elevado de desenvolver a doença diminui progressivamente após a suspensão da TRH.

Mamografia

Exame de rotina para identificar o câncer antes dos sintomas aparecerem. É uma radiografia das mamas, capaz de visualizar alterações suspeitas, mas a confirmação da doença é feita em laboratório, analisando uma pequena parte retirada da lesão (biópsia).

É imprescindível que mulheres de 50 a 69 anos façam uma mamografia a cada dois anos.

Antes dessa idade as mamas são mais firmes e com menos gordura, o que torna o exame limitado para identificar as alterações, gerando muitos resultados incorretos. Após os 70 anos, o risco de desenvolver um câncer de mama que traga prejuízos à mulher é bem menor.

Mamografia diagnóstica: serve para avaliar uma alteração suspeita na mama e pode ser feita em qualquer idade. Alterações suspeitas também podem ser avaliadas pelo exame clínico das mamas, que é a observação e palpação das mamas por médicos ou enfermeiros.

Como reduzir o risco?
Mantendo o peso corporal adequado, praticando atividade física e evitando o consumo de bebidas alcoólicas.
A amamentação também é considerada um fator protetor.

Links úteis:

Inca – Outubro Rosa

IBCC – Autoexame

Fonte: Inca e Ministério da Saúde

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