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Dia do Homem – Raio X da Saúde Masculina

Dia do Homem – Raio X da Saúde Masculina
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Dia do Homem – Raio X da Saúde Masculina

Uma pesquisa do IBGE, realizada em 2011, apontou que homens brasileiros vivem em média sete anos a menos que as mulheres e têm mais doenças do coração, câncer, diabetes e colesterol. Das 665.551 mortes masculinas (no mesmo ano da pesquisa),175 mil (26%) foram causadas por doenças do aparelho circulatório; seguido de causas externas (crimes e acidentes de trânsito) com 119 mil mortes; câncer e tumores mataram 98 mil homens e doenças do aparelho respiratório foram responsáveis por 66 mil mortes entre eles.

Mesmo que eles se interessem em viver melhor e com a facilidade de acesso à informação, os homens ainda negligenciam a própria saúde, de acordo com pesquisa feita com 3.500 homens, em sete cidades brasileiras, realizada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) em parceria com a Bayer. A pesquisa ainda mostra que 51% dos homens não costumam ir ao urologista ou ao cardiologista com regularidade e 83% não conhecem os sintomas da andropausa.

Eles X Elas

Em 2010, a Sociedade Brasileira de Cardiologia registrou 320.074 vítimas fatais de doenças cardiovasculares como infartos, derrames, hipertensivas, entre outras, das quais 52,43% (57.534 mortes) são homens, contra 41.211 óbitos entre as mulheres.

Uma das principais causas para tantas mortes entre os homens é a má alimentação. Eles ingerem carne com gordura com mais frequência que elas (45,9% x 24,9%), tomam mais refrigerantes (34,3% x 25,9%) e comem menos frutas e hortaliças (25,6% x 35,4%). Eles também fumam mais (18% x 12%) que elas.

Principais exames por faixa etária

0 a 5 anos

– Até 1 ano e meio de idade deve-se verificar se os testículos estão posicionados corretamente no saco escrotal.

– Fimose: após os 3 anos a pele que cobre a glande do pênis deve se desgrudar. Se isso não for tratado corretamente, na vida adulta a pessoa fica mais suscetível a DSTs e câncer peniano.

10 a 15 anos

– Durante a adolescência e provável início da vida sexual, exames como HIV, Hepatite B, Hepatite C, Sífilis e outras DSTs e orientação com o urologista são indicados.

– A cada 5 anos exames como ultrassonografia, ecografia testicular e cintilografia podem ser solicitados para evitar varicocele (dilatação das veias testiculares), que leva a infertilidade e causa dor e desconforto.

20 a 30 anos

– De 2 em 2 anos, exames de sangue (glicose, colesterol, gorduras, DSTs, glóbulos vermelhos e brancos) devem ser realizados para acompanhamento e, se necessário, encaminhamento para especialista. Além disso, o eletrocardiograma verifica a frequência cardíaca e possibilidade de arritmia.

– Nesta fase da vida, há risco de desenvolvimento de tumores nos testículos, além de câncer de rim e de bexiga. Se necessário, o médico poderá solicitar exames de ressonância, tomografia, estudo urodinâmico e ultrassons abdominal e pélvico a cada 5 anos para controle.

A partir dos 40 anos

– Além de todos exames de sangue e frequência cardíaca que vinham sendo realizados na fase anterior a cada dois anos, exames de urina também devem ser acrescentados a lista para detectar possíveis problemas renais (glicose, proteínas, nitritos, citrais, PH, hemácias, leucócitos, cetonas).

– Exames para checar os riscos de desenvolvimento de tumores nos testículos, rins e bexiga também devem continuar na lista.

– Agregam-se aos exames de rotina o toque retal e o PSA (Prova do Antígeno Prostático), especialmente necessários para homens negros ou com histórico de câncer de próstata na família. Em caso de alterações, uma biópsia da próstata deve ser solicitada pelo urologista.

– O exame de testosterona livre podem identificar problemas hormonais, principalmente os que são relacionados a função erétil.

A partir dos 50 anos

– Todos os exames da faixa etária dos 40 continuam. O toque retal e o PSA, em especial, são obrigatórios para todos os homens a partir de agora, independente do histórico familiar.

– Exames de fezes (parasitológico, sangue oculto, coprocultura, colonoscopia) para detectar possibilidade de câncer de cólon são agregados a lista.

Fontes: Revista Viva Saúde e IG Deles

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