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Fast-food: cuidado com as armadilhas dos lanches e guloseimas

Fast-food: cuidado com as armadilhas dos lanches e guloseimas

Fast-food: cuidado com as armadilhas dos lanches e guloseimas

Reuniões, compromissos, estudo e outras atividades podem deixar o nosso dia a dia cheio e, na maioria das vezes, a correria nos motiva a consumir o famoso fast-food. Antes de nos deixar levar pela praticidade ou pela gula, devemos prestar atenção aos dados alarmantes que o Ministério da Saúde trouxe à tona sobre a população brasileira: 

– Mais da metade dos brasileiros são obesos e 18% estão acima do peso, em outras palavras, 2/3 das pessoas estão obesas ou com sobrepeso.

– O Brasil é o 4º país no mundo que mais consome comida de fast-food, perdendo apenas para os Estados Unidos, o Japão e a China.

– Mais de 16% da população substituem o almoço ou a janta pelo lanche pelo menos 7 vezes na semana.

Para onde estamos indo?

Segundo pesquisa norte-americana, comer em fast-food mais de duas vezes por semana é suficiente para aumentar em 86% o risco de ultrapassar o peso. O equivalente a três quilos a mais por ano. Os lanches rápidos são opções cheias de sódio, carboidrato simples e calorias vazias (alimentos com alto valor energético, pobres em vitaminas, minerais, fibras e proteínas).  Isso significa que além de correr o risco de engordar, o consumo de gordura aumenta as chances de desenvolver doenças como câncer, diabetes, colesterol alto e hipertensão.

Dicas práticas

Será que vale a pena arriscar a saúde para saborear por alguns instantes um hambúrguer com batatas fritas e refrigerante? A escolha é sua. Caso você não queira abrir mão do prazer, mas se preocupa em amenizar os “prejuízos”, aqui vão algumas dicas para você escolher melhor suas refeições rápidas:

– Dê preferência às carnes grelhadas ou assadas. Evite frituras e empanados.
– Não exagere nos molhos (catchup, maionese, molhos especiais).
– Busque opções com saladas.
– Substitua o refrigerante por suco, água de coco ou chá gelado e de preferência às versões diet, light e zero.
– Evite comprar lanches maiores porque a diferença de preço vale a pena. Prefira os tamanhos tradicionais ou pequenas porções.
– Sobremesa? Prefira opções à base de frutas e iogurtes.

Restaurantes por quilo

A invenção nacional é uma ótima opção de refeição rápida, barata e mais saudável. Obviamente dependerá do que você coloca no prato, já que os bufês costumam ser variados com opções que vão desde salada a frituras. Antes de se servir, dê uma olhada geral no que está sendo oferecido. Desta maneira você conseguirá administrar o que vai comer, facilitando o equilíbrio do prato e evitando os excessos. Tente servir-se de pelo menos três bases de alimentos: legumes, verduras e fibras; carboidratos (grãos, massas e farinhas); e proteínas (carnes e laticínios).

Lanchinho da tarde

E se der vontade de comer uma besteira no meio da tarde?
A indústria alimentícia produz junk-food aos montes: bolachas, salgadinhos, balas, chocolates, sorvetes, cookies, bolos, refrigerantes. Geralmente são ricos em gorduras saturadas e pobres em nutrientes. Porém, nos últimos anos, algumas opções mais “saudáveis” estão aparecendo com frequência. Já é possível achar no mercado chip assado, salgadinho integral, nugget e patê de soja entre outros. Claro que substituir frutas por snacks, mesmo os que prometem ser menos agressivos à saúde, não é a melhor pedida. Porém, se tiver que escolher uma das opções rápidas procure por versões integrais, light, orgânicas etc.

Fast-food do bem

Apesar da preferência pelas opções mais gordurosas, o público que busca versões mais saudáveis nas praças de alimentação vem aumentando. Hoje, boa parte dos restaurantes já oferece ao menos um prato light ou com salada. Sem contar que já existem redes de restaurantes com cardápio magro, várias opções de sucos e até brigadeiro de cenoura. “A preocupação em dosar prazer e nutrientes antes era restrita aos portadores de doenças como diabete e a quem está acima do peso. Mas nos anos 1990 a preocupação começou a se espalhar”, é o que disse o diretor da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes.

De olho no futuro

O tema da boa alimentação é especialmente relevante por causa do avanço da obesidade entre os jovens habitantes do planeta. A Organização Mundial da Saúde calcula que 22 milhões de crianças com menos de 5 anos de idade estejam acima do peso em todo o mundo. Nos Estados Unidos, o número de crianças com sobrepeso dobrou desde 1980. E no Reino Unido estima-se que 25% dos jovens entre 11 e 15 anos estejam acima do peso ideal. Esses pequenos consumidores quando chegam à adolescência são mais sensíveis aos apelos publicitários e à influência dos colegas do que aos conselhos dos seus pais, o que vem agravando o problema.

 

Fonte: M de Mulher

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