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Mulheres Marcantes – Dia Internacional da Mulher

Mulheres Marcantes – Dia Internacional da Mulher
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Mulheres Marcantes – Dia Internacional da Mulher

Todas as mulheres são especiais. Mas algumas decidiram defender uma causa, lutar por um bem maior, mostrar que. algumas vezes, é preciso mudar para evoluir. No Dia Internacional da Mulher, trouxemos à tona 5 grandes personalidades femininas que à seu modo, mostraram que vieram ao mundo para fazer a diferença. De distintas épocas, idades, países, culturas, lutas e experiências, elas são exemplos de personalidade e conquista. Abaixo você confere um pouco dessas mulheres marcantes.

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Anne Frank

Anne Frank foi uma menina judia que, durante a Segunda Guerra Mundial, teve que se esconder para escapar dos nazistas. Juntamente com outras sete pessoas, ela viveu no Anexo Secreto, em Amsterdã, durante pouco mais de 2 anos. Após esse período eles foram descobertos e enviados para campos de concentração. O pai de Anne, Otto Frank, é o único das oito pessoas que sobreviveu ao Holocausto.

Depois da sua morte, Anne tornou-se famosa no mundo inteiro por causa do diário que escreveu enquanto estava escondida. O Diário de Anne Frank tornou-se um dos relatos mais emblemáticos da ocupação nazista e a adolescente foi apontada como um símbolo universal contra a intolerância.

 

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Malala Yousafzai

A jovem paquistanesa Malala Yousafzai se tornou conhecida por desafiar o Talibã – grupo fundamentalista que domina parte do país – ao lutar pelo direito de meninas estudarem. Segundo a ONU, menos de metade das meninas frequenta a escola no Paquistão.

Aos 15 anos, quando voltava do colégio em um ônibus escolar, sofreu uma tentativa de assassinato porque contrariou o grupo radical e continuou estudando no colégio de que seu pai era dono. Logo após, começou a escrever um blog em que contava como era a vida dos estudantes sob o controle dos extremistas e que era publicado no site da BBC Urdu. A paquistanesa foi a vencedora do Nobel da Paz 2014 aos 17 anos.

 

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Frida Kahlo

Aos seis anos Frida Kahlo foi vítima de paralisia infantil. Aos 18, sofreu um acidente entre um ônibus e um trem, o qual a deixou presa num colete de gesso por toda a vida e, suas múltiplas fraturas, lhe obrigaram a passar por 35 cirurgias. Foi neste período de convalescença que Frida começou a pintar autorretratos e fazer o observador partilhar de sua dor. Aos 22 anos casou-se com Diego Rivera e viveu até o final de sua vida um casamento turbulento, com idas e vindas e diversos casos extraconjugais de ambas as partes.

Frida Kahlo usava tintas fortes para estampar nas telas, sua vida tumultuada por dores físicas e dramas emocionais. Suas pinturas a transformaram numa das maiores pintoras do século.

 

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Leila Diniz

Leila Diniz tornou-se um símbolo da liberdade feminina nos anos 60. Ela quebrou tabus na época em que a repressão dominava o Brasil. Escandalizou o país ao exibir sua gravidez de biquíni, falar palavrões e dar entrevistas revelando preferências sexuais sem nenhum tipo de vergonha ou constrangimento. Foi criticada por conservadores e feministas.

Leila Diniz, A Mulher de Ipanema, foi defensora do amor livre e do prazer sexual. Um símbolo da revolução feminina, que rompeu conceitos por meio de suas ideias e atitudes. Ela viveu com autenticidade, espontaneidade, irreverência, alegria e muita paixão. “Sem discurso nem requerimento, Leila Diniz soltou as mulheres de vinte anos presas ao tronco de uma especial escravidão.” – Carlos Drummond de Andrade

 

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Cora Coralina

Aos 14 anos, Ana Lins de Guimarães Peixoto Bretas decidiu que se chamaria Cora Coralina para ter no nome a força e a confiança que ainda não tinha. Começou a escrever aos 15 anos, mas seu primeiro livro só foi publicado aos 75. Mudou-se para o interior de São Paulo, criou quatro filhos, casou-se, enviuvou, virou doceira de mão cheia, trabalhou na roça e só depois tornou-se uma das poetisas mais queridas do Brasil.

Cora lutou contra o conservadorismo de sua época, e era alheia a modismos literários. Sempre buscou manter uma vida simples, vivendo longe do agito dos centros urbanos. Retratou em sua obra aspectos do cotidiano do interior do Brasil, em particular de sua cidade natal, Goiás.

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