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Outubro Rosa: Esta campanha toca fundo no peito!

Outubro Rosa: Esta campanha toca fundo no peito!
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Outubro Rosa: Esta campanha toca fundo no peito!

O Outubro Rosa chegou. Neste mês, o mundo inteiro se mobiliza para a conscientização, prevenção e detecção precoce do câncer de mama. A ideia principal é mostrar que, se descoberto logo no início, tem grandes chances de cura.

Pensando nisso, aí vão algumas questões para avaliação:
Você faz exames preventivos com regularidade? Qual foi a última vez que fez o autoexame? Foi ao ginecologista no último ano?

O Câncer de Mama é o segundo tipo mais comum (depois do câncer de pele) e, também, o que causa mais mortes em mulheres. Em 2012, 13.591 mulheres perderam suas vidas por causa da doença.
Há vários tipos de câncer de mama e, na maioria dos casos, a resposta ao tratamento é positiva. Além disso, um em cada três casos pode ser curado se for descoberto logo no início.

 

Como tudo começou
O Outubro Rosa foi criado no início da década de 90, mesma época em que o símbolo da prevenção ao câncer de mama, o laço cor de rosa, foi lançado pela Fundação “Susan G. Women for the Cure” e distribuído aos participantes da primeira “Corrida contra o Câncer de Mama” realizada em Nova York.
A primeira iniciativa no Brasil, foi em 2002, quando o Obelisco do Ibirapuera foi iluminado de rosa em alusão ao tema.

 

Fatores de Risco

Não há uma única causa para o surgimento da doença, mas alguns fatores de risco devem ser levados em consideração:

Ambientais 

  • Obesidade e sobrepeso principalmente após a menopausa
  • Sedentarismo
  • Consumo de bebida alcoólica
  • Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X)

 

Hormonais

  • Primeira menstruação antes de 12 anos
  • Não ter tido filhos
  • Primeira gravidez após os 30 anos
  • Não ter amamentado
  • Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos
  • Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de cinco anos

 

Genéticos

  • História familiar de câncer de mama e ovário, principalmente em parentes de primeiro grau antes dos 50 anos
  • Alteração genética

A mulher que possui esses fatores genéticos tem risco elevado para câncer de mama.

 

Sintomas da doença

  • Caroço (nódulo), geralmente indolor
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja
  • Alterações no bico do peito
  • Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço
  • Saída de líquido anormal das mamas

 

É possível reduzir o risco de câncer de mama?
Sim. Manter o peso corporal adequado, praticar atividade física e evitar o consumo de bebidas alcoólicas ajudam a reduzir o risco de câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor.

 

A importância do autoexame

Todas as mulheres, independentemente da idade, devem conhecer seu corpo para saber se há algo anormal em suas mamas. A maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres. Portanto, olhe, palpe e sinta suas mamas no dia a dia para reconhecer suas variações naturais e identificar as alterações suspeitas.
Em caso de alterações persistentes, entre em contato com seu médico.

 

Demais exames de rotina

A visita anual ao ginecologista permite que, por intermédio do exame clínico das mamas e da mamografia, o câncer seja identificado antes de a pessoa ter sintomas.

O que é o exame clínico das mamas?
É a observação e palpação das mamas por um profissional da saúde.

E a mamografia?
É uma radiografia das mamas, realizada por um equipamento de raios X chamado mamógrafo, capaz de visualizar alterações.

A mamografia de rastreamento é recomendada a cada dois anos para mulheres de 50 a 69 anos. Antes desta idade, as mamas são mais firmes e com menos gordura, o que torna o exame limitado para identificar as alterações, gerando muitos resultados incorretos. Já a mamografia diagnóstica, a que avalia uma alteração suspeita na mama, pode ser feita em qualquer idade.

A mamografia e o exame clínico das mamas identificam alterações suspeitas, mas a confirmação de câncer de mama é feita em laboratório pelo exame histopatológico, que analisa uma pequena parte retirada da lesão (biópsia).

Fonte: Inca e Ministério da Saúde.

 

 

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