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Saiba tudo sobre Diabetes

Saiba tudo sobre Diabetes
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Saiba tudo sobre Diabetes

Prepare-se para os dados alarmantes a seguir: 13 milhões de pessoas têm diabetes no Brasil, ou seja, 6,9% da população. O país com maior número de portadores da doença é a China, com 92,3 milhões de casos. Em seguida aparece a Índia, (63 milhões), os Estados Unidos (24,1 milhões), e o Brasil, quarto no ranking mundial. O diabetes já afeta cerca de 246 milhões de pessoas no mundo. A estimativa é que, até 2025, esse número aumente para 380 milhões.

Doença silenciosa
O diabetes é uma enfermidade crônica, que pode ser genética ou adquirida. Não tem sintomas claros e, em alguns casos, o diagnóstico demora, favorecendo o aparecimento de complicações. Algumas pessoas com pré-diabetes (indivíduos com potencial para desenvolver a doença), por exemplo, podem apresentar sinais mais aparentes do que uma pessoa com diabetes. Por isso, é importante realizar exames de rotina e saber quais são os fatores de risco.


O que significa ser diabético?

Quando a pessoa tem diabetes, o organismo não fabrica insulina e não consegue utilizar a glicose adequadamente. O nível de glicose no sangue fica alto –  a famosa hiperglicemia. Se esse quadro permanecer por longos períodos, poderá haver danos em órgãos, vasos sanguíneos e nervos.


Tipos de diabetes

Tipo 1 – É caracterizado pela deficiência absoluta de insulina que pode se instalar abruptamente (mais comum em crianças e adolescentes) e representa cerca de 5% a 10% dos casos. O tratamento com insulina é necessário.

Tipo 2 – Caracteriza-se por uma deficiência relativa de insulina, causada por um defeito na sua função. Representa 90% dos casos e geralmente aparece na fase adulta. Surge com maior frequência em obesos. É tratado com dieta, medicamentos orais e, frequentemente, com insulina.

Diabetes gestacional – É uma condição que surge na gravidez e normalmente desaparece após o parto. Está associado com maior risco de desenvolvimento posterior de diabetes na mãe e até mesmo no filho, quando se tornar adulto. O controle da glicose durante a gestação previne um crescimento exagerado do feto e riscos durante o parto.


Fatores de risco

Quem tem parentes próximos que sejam diabéticos, aumentam as chances em desenvolver o tipo 1 da doença.
Os que tem um ou mais dos fatores citados abaixo, devem fazer consultas e exames médicos periódicos para evitar o tipo 2 do diabetes:

– Pressão alta
– Colesterol alto ou alterações na taxa de triglicérides no sangue
– Peso acima do normal, principalmente se a gordura estiver concentrada em volta da cintura
– Pai ou irmão com diabetes
– Teve bebê com peso superior a quatro quilos ou teve diabetes gestacional
– Síndrome de ovários policísticos
– Diagnóstico de alguns distúrbios psiquiátricos, como esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar
– Apneia do sono
– Prescrição de medicamentos da classe dos glicocorticoides


Principais sintomas
Tipo 1 – vontade de urinar diversas vezes, fome frequente, sede constante, perda de peso, fraqueza, fadiga, nervosismo, mudanças de humor, náusea e vômito.

Tipo 2 – infecções frequentes, alteração visual (visão embaçada), dificuldade na cicatrização de feridas, formigamento nos pés e furúnculos.


Hiperglicemia X Hipoglicemia

Para evitar a hipoglicemia e a hiperglicemia deve-se manter os níveis de glicose dentro da meta estabelecida para cada indivíduo. Essa meta varia de acordo com a idade, condições gerais de saúde e outros fatores de risco, além de situações como a gravidez, por exemplo.

 

Hipoglicemia
(Nível muito baixo de glicose de sangue geralmente abaixo de 70 mg/dl.)
Hiperglicemia
(Nível muito alto de glicose no sangue)
Causas comuns – Aumento da quantidade de exercícios sem orientação correta, ou sem ajuste correspondente na alimentação ou na medicação – Refeições puladas – Alimentação deficiente (comer menos do que o necessário) – Exagero da medicação (acreditando que ela vai trazer um controle melhor) – Ingestão de álcool Causas comuns – Dose incorreta de insulina (diabetes tipo 1) – Dificuldade do corpo para utilizar a insulina que está sendo produzida (diabetes tipo 2) – Excesso de alimentação e carência de exercícios físicos – Estresse – ‘Fenômeno do alvorecer’ (onda de hormônios que o corpo produz entre 4h e 5h da manhã, todos os dias, e que provocam uma reação do fígado, com liberação de glicose e preparação do organismo para mais um dia de atividades)

 

Sintomas Tremedeira; nervosismo e ansiedade; suores e calafrios; irritabilidade e impaciência; confusão mental e até delírio; taquicardia; tontura ou vertigem; fome e náusea; sonolência; visão embaçada; sensação de formigamento ou dormência nos lábios e na língua; dor de cabeça; fraqueza e fadiga; raiva ou tristeza; falta de coordenação motora; pesadelos, choro durante o sono; convulsões e inconsciência.

Sintomas Altos níveis de açúcar na urina, causando excesso de urina e vontade frequente de urinar e, por consequência, aumento da sede.

 

Tratamento – Consumir de 15 a 20 gramas de carboidratos, preferencialmente carboidratos simples, como açúcar (uma colher de sopa, dissolvida em água), uma colher de sopa de mel (não é permitido para crianças menores de um ano), refrigerante comum, não diet (um copo de 200 ml), 1 copo de suco de laranja integral, entre outros – Verificar a glicose depois de 15 minutos – Se continuar baixa, repetir – Assim que a taxa voltar ao normal, fazer um pequeno lanche, caso a próxima refeição estiver planejada para dali a uma ou duas horas

Tratamento Uma das formas de baixar a glicose no sangue é fazer exercícios. Entretanto, se a taxa de glicose no sangue estiver acima de 240 mg/dl, é importante checar os níveis de cetonas, no sangue ou na urina. Se houver cetonúria (na urina) ou cetonemia (cetonas no sangue), os exercícios não são recomendados, já que podem levar à descompensação metabólica e fazer a glicose subir ainda mais.

 

 

Estilo de Vida
Um diabético deve adotar um estilo de vida saudável e controlar a glicemia para evitar complicações da doença. De acordo com o endocrinologista e presidente da Associação de Diabetes do ABC (ADIABC), Marcio Krakauer, a diabetes pode ser agravada por conta da má alimentação, ganho de peso ou pelo sedentarismo. “Uma alimentação regrada em conjunto com a realização de exercícios físicos ajuda no tratamento e combate da doença”, diz Krakauer.

Confira abaixo algumas dicas práticas:

– Exercícios físicos, de 3 a 5 vezes por semana, mantém os níveis de açúcar no sangue controlados. Atenção: restrições para casos de hipoglicemia.

– Não são somente os doces que contém índice glicêmico alto. Carboidratos simples, no geral, como pães e massas merecem controle pois tem a absorção rápida dos açúcares. Prefira os complexos (castanhas, nozes, grãos integrais), pois são absorvidos lentamente.

– Bebidas alcoólicas não são proibidas, mas merecem atenção. Devem ser ingeridas com moderação e sempre acompanhadas de alimentos para não causar hipoglicemia. Cervejas e bebidas doces têm alto índice glicêmico.

– Altas temperaturas e choques térmicos podem agravar ou desencadear problemas cardíacos. Isso para o diabético é um problema ainda maior, pois a doença afeta a microcirculação principalmente das pernas e dos pés. Escalda pés e saunas devem ser evitados.

– As células da córnea dos diabéticos são mais frágeis, o que facilita a entrada de infecções como a catarata e o glaucoma. Atenção redobrada!

– As substâncias presentes no cigarro ajudam a criar acúmulos de gordura nas artérias, bloqueando a circulação, deixando o fluxo sanguíneo mais lento. A junção do cigarro com o diabetes, multiplica em até cinco vezes o risco de infarto.

– Rigorosa higiene bucal e visitas periódicas ao dentista são essenciais aos portadores da doença, já que a alta concentração de glicose facilita o desenvolvimento de bactérias. Os restos de comida podem favorecer a proliferação de germes e micróbios.

– Além de todos os cuidados citados acima, o controle médico é essencial, assim como a medição com o glicosímetro e a aplicação de insulina, quando necessária.


Dicas

O site www.diabetes.org.br, da Sociedade Brasileira de Diabetes, traz o beabá completo sobre a doença e suas complicações. Além de informações sobre insulina, receitas especiais para crianças, lanches, refeições e artigos relacionados ao tema. Vale pena conferir!

Clique aqui para acessar o Guia Alimentar e clique aqui para acessar o Manual de Nutrição para Diabéticos, ambos  disponíveis no site.

 

Fontes: Sites Ministério da Saúde, Diabetes.org e Minha Vida

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