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Para onde caminha a Saúde Privada no Brasil?

Para onde caminha a Saúde Privada no Brasil?
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Para onde caminha a Saúde Privada no Brasil?

A saúde privada no Brasil está na UTI. Quebra de operadoras dos planos de saúde, redução de beneficiários, retração do mercado e reajustes altos.  Será que existe alguma perspectiva de melhora para os próximos meses ou anos? Será que temos para onde correr?

Entenda o mercado da saúde brasileiro nos dias atuais:

Cenário atual da saúde privada no Brasil

Atualmente a oferta de assistência medica, diga-se planos de saúde, está gerando uma situação bastante preocupante para uma grande parte da população.

Hoje, aproximadamente 1/4 da população, 52 milhões de brasileiros são atendidos pelos produtos de seguradoras e operadoras de saúde.

Os principais produtos ofertados são:

1-Planos empresariais:  as empresas contratam as grandes operadoras para prover planos médicos aos seus funcionários regidos pela CLT.

2-Planos para PMEs: planos pessoa jurídica para pequenas e médias empresas, situação que abrange pequenos negócios como comércio, consultorias, clinicas etc.

3-Planos por adesão: desenhado para profissionais com nível superior e que são filiados a alguma entidade de classes como CREA, CRA, OAB etc.

4-Planos para a terceira idade: Há apenas uma operadora, a Prevent Senior, que oferece planos de saúde para pessoa física desde que tenha idade mínima de 48 anos. Único plano pessoa física ofertado para o público.

Cenário atual da economia no Brasil

A cada minuto 7 pessoas estão sendo demitidas no mercado formal de trabalho. O pai ou mãe de família perde de um dia para outro o plano de saúde, para si e para sua família, que, até então, era fornecido pelo empregador. Daí começa sua jornada de angustia e aflição.

Se a pessoa não tiver curso superior ou idade acima de 48 anos não há oferta disponível no mercado que atenda seu perfil.

Tendo curso superior ou uma pequena empresa aberta em seu nome poderá optar por um dos produtos descritos anteriormente nos itens 2 ou 3. Porém, se tiver uma doença pré-existente como a hipertensão, por exemplo, terá que cumprir carência de 2 anos para ter cobertura de serviços relacionadas à doença.

Conclusão

Enfim, esta situação complexa gerada pelas regulações do governo, através da ANS (Agência Nacional de Saúde) e pela estratégia de negócios das operadoras/seguradoras de saúde, está deixando grande parte da população refém do sistema de saúde pública – SUS, que, além da divulgada falta de qualidade, não possui estrutura para atender a todos que tem necessidade de atendimento médico.

Soluções devem ser encontradas, através de revisões na regulamentação que possibilitem aos provedores de planos de saúde retomar os planos direto para a população. Novas formas de adesão que contemplem associações de ex-empregados, de aposentados, enfim, formas que facilitem e possibilitem o acesso a planos de saúde para que haja a necessária prestação de serviços médicos à população.

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