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Semana Nacional do Trânsito – Qual é o seu meio de transporte ideal?

Semana Nacional do Trânsito – Qual é o seu meio de transporte ideal?
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Semana Nacional do Trânsito – Qual é seu meio de transporte ideal?

Para conscientizar a população sobre as responsabilidades no trânsito e visar a colaboração de todos para uma locomoção mais segura, existe a Semana Nacional do Trânsito, este ano celebrada de 19 a 25 de setembro.
Na mesma semana, 22 de setembro, também é comemorado o Dia Mundial sem Carro, que surgiu com o objetivo de estimular a população a utilizar transportes não motorizados e/ou públicos coletivos. Ambas as datas podem nos levar a reflexão sobre alguns efeitos colaterais que o excesso de veículos na rua pode acarretar.

Poluição

Quando vários carros são colocados na rua, surge o mais grave dos problemas: a poluição. A qualidade do ar nas grandes cidades é cada vez pior em virtude da eliminação de poluentes.
Na cidade de São Paulo, 90% da poluição é causada pelos carros, dados da Cetesb. Entre os principais poluentes eliminados pelos veículos, podemos citar o monóxido de carbono, hidrocarbonetos, óxido de nitrogênio, óxidos de enxofre, fuligem e poeira. Os problemas gerados são variados e atingem tanto o meio ambiente quanto o organismo humano.
Entre as principais consequências para o ambiente, podemos citar a acentuação do efeito estufa, o aquecimento global e a acidificação de rios e florestas.

Qualidade de Vida

O deslocamento em veículos, apesar de ser (ou parecer) muito prático para a maioria das pessoas que vivem nas grandes cidades, atua negativamente na qualidade de vida.
Os paulistanos vivem em média dois anos a menos por causa da poluição, que mata quase 20 pessoas por dia, segundo o laboratório de poluição atmosférica da USP. Fechar a janela do carro e ligar o ar condicionado não adianta porque, mesmo filtrando o material particulado, ainda penetram no veículo gases como dióxido de nitrogênio.
Além disso, indiretamente, gera estresse e ansiedade e as pessoas passam a ter menos tempo com a família, convivem menos com os amigos, vêem menos os vizinhos, importam-se menos com as pessoas.

Acidentes

Os acidentes são outro grave problema. Quatro mortos por dia em São Paulo – sendo um deles pedestre que não tem nada a ver com carros ou motos – e 30 mil mortes no Brasil ao ano só nas estradas.
Em 2007, o Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo divulgou um dado alarmante: o carro é a maior causa de morte de crianças no estado, com 44,2% das mortes de crianças ocorridas por “acidente”, ocasionadas por atropelamentos ou outros incidente de trânsito (25,7% e 18,5% respectivamente).
Em 2010, o dado agravou-se: 43,7% dos óbitos de crianças de 0 a 14 anos tiveram o trânsito como principal causa.
A cada 12 minutos, uma família perde um de seus entes mais próximos: filhos, pais, mães ou irmãos. Outras 161 mil pessoas saem feridas, das quais 60% com alguma lesão permanente.

Será que é acidente? Uma falha mecânica no veículo, um mal súbito que o motorista sofra ao volante são o que podem, de fato, ser considerados “fatalidades”. Porém, atitudes frequentes em nossas ruas como ultrapassar em local proibido, dirigir sob efeito de álcool ou acima da velocidade, não são acidentes, e sim atos deliberados: é justamente essa conduta imprudente e irresponsável, mesmo que banalizada nas ruas, avenidas e estradas, que causa 90% das tragédias de trânsito – que podem matar ou ferir, transformando o agente da ação em um criminoso.

Reflexões

Algumas questões que podemos fazer a partir do que observamos acima: Será que eu necessito usar o carro todos os dias? Em caso afirmativo, é possível oferecer carona para algum colega de trabalho ou será que algum amigo mora no meu trajeto diário? Se eu aderir ao transporte público, vou conseguir economizar, além de dinheiro, tempo para passar com meus amigos e familiares ou simplesmente para descansar? Quanto a bicicleta, será que existem ciclofaixas no meu caminho para que eu possa fazer o trajeto pelo menos algumas vezes na semana? E o que dizer de ir a pé, caso a distância seja confortável para uma caminhada? Será que tomo os devidos cuidados ao volante para evitar “acidentes”, como não utilizar o celular ou não beber antes de dirigir? Ao dirigir, sou gentil com os mais expostos aos perigos como pedestres, ciclistas e motociclistas?

Aplicativos

Se após a matéria você decidiu aderir à meios alternativos de transporte, confira abaixo alguns aplicativos que serão úteis no dia a dia:

Movia (Android e iOS)- Indica rotas de transporte publico e avisa quanto tempo falta para o ônibus chegar até o ponto mais próximo do usuário (ou a previsão para que o ônibus saia do terminal).
Coletivo (Android) – Informa localização dos ônibus municipais em tempo real e de quebra ainda mostra programas culturais da região.
MubMaps (Android e iOS)- Traz o mapa cicloviário da cidade e traça rotas seguras. Além disso, informa velocidade e calorias gastas no deslocamento.

 

Fonte: Mundo Educação (Bol), Vá de Bike e Jornal Metro

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